No Estado, festas de fim de ano é motivo de preocupação para autoridades de saúde

CORREIO DO ESTADO


Foto Divulgação

Mesmo com 67, 52% da população vacinada em Mato Grosso do Sul, as festas de fim de ano preocupam as autoridades de saúde, é o que revela o Secretário Estadual de Saúde Geraldo Resende.

"Estamos preocupados como todo tipo de eventos que tenha um grande número de pessoas, estamos preocupados com aquilo que passa na cabeça de quem pensa que já venceu a Covid-19, se você ver aqui, todo mundo está preocupado, trabalhando intensamente, equipes que trabalham até no período noturno. Uma doença que já levou mais de 10 mil vidas em Mato Grosso do Sul", lamenta.

O Estado foi o primeiro do país a atingir imunidade coletiva, motivo pelo qual, segundo Geraldo, não houve um desregramento fatal no número de infecções e óbitos ocasionados pela doença.

"Só não temos um descontrole aqui porque fomos o primeiro a atingir imunidade de rebanho, por isso temos um quadro totalmente diferente do que vivenciamos há cinco meses. Então essa preocupação está muito ativa", declara.

"Temos recomendado cuidado com o festejo de natal e festejo da virada do ano, além  do carnaval, que ainda teremos um tempo para discutir conforme a experiência e vivência que teremos nos próximos dias para decidir se iremos permitir ou coibir, com os prefeitos e com o prosseguir", adiantou.

No dia (26) de novembro, o prefeito da Capital, Marquinhos Trad (PSD) anunciou o cancelamento do carnaval de rua em Campo Grande devido à Covid-19.  

Na ocasião, Trad classificou como irresponsabilidade e contrariedade à ciência a realização da festa, dizendo ainda que não colocaria em risco a população.  



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