Candidatos têm até abril para definirem partidos políticos

Hashioka é especulado no PDT

NOVA NEWS


Imagem: Acácio Gomes / Arquivo / Nova News

A contagem regressiva para as eleições 2022 já começou e, com ela, os seus prazos. Faltando menos de 10 meses para o pleito, as regras devem ser cumpridas, sob pena de indeferimento do registro de candidatura.

 

Entre as normas está a que estabelece o tempo mínimo de filiação, seis meses antes das eleições. Dessa forma, até 02 de abril os candidatos já devem estar inseridos em suas respectivas agremiações.

 

Na região do Vale do Ivinhema, a maior indefinição, pelo menos até o momento, é quanto ao destino do ex-prefeito de Nova Andradina, Roberto Hashioka, pré-candidato a deputado federal e que está no PSDB desde 2015, quando deixou o MDB para regressar ao ninho tucano.

 

Ao Nova News, o ex-secretário de Estado reiterou sua identificação com o PSDB, mesmo partido de sua esposa, a ex-deputada estadual Dione Hashioka, que está na legenda a mais de 20 anos, e garantiu que seguirá ao lado do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Todavia, conforme já noticiado pelo Nova News, Hashioka tem sido sondado por outras siglas, como o PODEMOS, que recentemente anunciou a filiação do ex-juiz Sérgio Moro. Quem também está de olho no ex-prefeito é o PDT.

Além da filiação, outro prazo que os candidatos devem estar de olho é o de desincompatibilização, que varia de três a seis meses antes do pleito eleitoral, de acordo com o cargo pretendido pelo futuro candidato.

 

Já aqueles que detêm cargo eletivo, mas pretendem trocar de partido, a janela de migração começa em 3 de março e vai até 1º de abril, desde que considerada justa causa a mudança de partido pelos detentores de cargo de deputado federal, estadual e distrital para concorrer a eleição majoritária ou proporcional.



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